O anel acompanha seu sono e transforma sinais do corpo em gráficos. Agora, a Ultrahuman quer ampliar o que esse pequeno dispositivo pode fazer.
Segundo a FitFeed, a empresa recebeu uma rodada de US$ 70 milhões com participação da Qualcomm. A ambição é aproximar o anel de uma plataforma de computação, com processamento no próprio dispositivo e espaço para aplicações de terceiros.
O que muda para quem usa?
Por enquanto, a reportagem descreve uma direção de desenvolvimento. Isso não significa que todas essas funções já estejam disponíveis para compra.
O interesse está em reduzir a dependência de enviar cada informação para a nuvem e em permitir experiências além do acompanhamento de saúde. A utilidade real vai depender dos recursos lançados e de como funcionarem no cotidiano.
O que observar antes de apostar?
Para profissionais e negócios de wellness, mais dados só ajudam quando a pessoa consegue interpretá-los e transformá-los em decisões adequadas.
Privacidade, compatibilidade, custo e clareza das informações merecem entrar na avaliação. Um indicador de um dispositivo de consumo também não substitui avaliação clínica.
A promessa é colocar mais funções em algo que cabe no dedo. O desafio será fazer essas funções caberem na rotina.