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Business

Ultrahuman quer levar o anel inteligente além da saúde

A empresa aposta em processamento no dispositivo e novas aplicações para ampliar o papel dos anéis conectados.

Rafael Paiva1 min de leitura

O anel acompanha seu sono e transforma sinais do corpo em gráficos. Agora, a Ultrahuman quer ampliar o que esse pequeno dispositivo pode fazer.

Segundo a FitFeed, a empresa recebeu uma rodada de US$ 70 milhões com participação da Qualcomm. A ambição é aproximar o anel de uma plataforma de computação, com processamento no próprio dispositivo e espaço para aplicações de terceiros.

O que muda para quem usa?

Por enquanto, a reportagem descreve uma direção de desenvolvimento. Isso não significa que todas essas funções já estejam disponíveis para compra.

O interesse está em reduzir a dependência de enviar cada informação para a nuvem e em permitir experiências além do acompanhamento de saúde. A utilidade real vai depender dos recursos lançados e de como funcionarem no cotidiano.

O que observar antes de apostar?

Para profissionais e negócios de wellness, mais dados só ajudam quando a pessoa consegue interpretá-los e transformá-los em decisões adequadas.

Privacidade, compatibilidade, custo e clareza das informações merecem entrar na avaliação. Um indicador de um dispositivo de consumo também não substitui avaliação clínica.

A promessa é colocar mais funções em algo que cabe no dedo. O desafio será fazer essas funções caberem na rotina.

Fonte

Reportagem da FitFeed sobre os planos da Ultrahuman.

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